Museu da Empatia permite experimentar a vida com os olhos de outra pessoa, no Ibirapuera

Instalação que permite experimentar a vida com perspectivas de outra pessoa funciona de 18 de novembro a 17 de dezembro.

 

Empatia, o sentimento de sentir o que o outro sente, seja ficar feliz pela felicidade alheia ou trazer a tristeza do outro para si. Isso, a gente conhece e pratica mesmo que instintivamente. Agora, já imaginou sentir exatamente o que o outro está sentindo, fisicamente?! O Museu da Empatia proporciona essa experiência de forma inovadora e interativa.

A associação Intermuseus apresenta pela primeira vez no Brasil o Museu da Empatia, com a instalação ‘Caminhando em seus sapatos’, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. O projeto tem sede em Londres e é dedicado a desenvolver a capacidade de olhar o mundo com os olhos de outras pessoas.  Através de experiências sensoriais e situações de diálogo e conexão entre os visitantes, a mostra busca explorar como a empatia pode transformar as relações interpessoais.

“Esta é a proposta de ‘Caminhando em seus sapatos…’, que contará com um acervo de 25 depoimentos na edição brasileira da mostra. São histórias especialmente captadas para conduzir o público a uma viagem empática e sensorial, com relatos que vão da perda à superação, do luto ao amor, do preconceito e exclusão à esperança e inspiração, e refletem os temas diversidade, violência social e direitos humanos, LGBTfobia, gordofobia, educação, cultura, acessibilidade e direito à cidade.”

A mostra original, “A Mile in My Shoes” já atraiu mais de 10 mil visitantes no Empathy Museum pela Europa, e coletou mais de 150 histórias, confira algumas:

“O mais difícil foi que, para priorizar o aluguel, eu passei muita fome. Ou eu pagava o aluguel ou eu comia. Aí, não conseguindo mais pagar o aluguel, eu fui para a rua com as crianças, embaixo do viaduto do Glicério.”

“Eu só posso falar do que eu vivo, e escutar do outro aquilo que ele vive. Eu só quero que você veja que é possível a gente existir e ser feliz do jeito que a gente é!”

“A dor da minha mãe não é a mesma dor que a minha, como irmã. Minha mãe até o dia de hoje está sentada no sofá esperando o meu irmão entrar porta adentro. O desaparecimento para mim é uma morte sem fim. É uma tortura que não passa nunca mais.”

O Museu funcionará de terça à sexta, das 10h às 19h e aos fins de semana, das 11h às 20h. A capacidade é de 25 pessoas por vez, as senhas são distribuídas no local.

E hoje?! Boralá!

Pontue e escreva uma avaliação

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Avenida Pedro Álvares Cabral
04002-010 SP BR
Obtenha direções
Funcionamento: 18 de novembro a 17 de dezembro de 2017 Horários: de terça a sexta, das 10h às 19h | sábados e domingos, das 11h às 20h